| Cuidado com a água que você compra água mineral é alvo de reclamações | ||||
Nas últimas semanas, a ABC (www.ongabc.org.br) recebeu dezenas de reclamações de consumidores insatisfeitos com a qualidade da água mineral, bem como da aparência e condições de higiene dos galões onde são envasadas e comercializadas. Acredito que a maior parte dos consumidores desconhece o que vou relatar nas próximas linhas, porém, diante dos últimos relatos recebidos, faz-se necessário que passemos a dar atenção a pequenos detalhes que podem comprometer nossa saúde, vamos a eles:
No centro do círculo, está o ano de fabricação e uma seta indicando o mês. Neste exemplo, o ano é 03 e o mês 05. Consumidor mais uma vez é vítima? Como o prazo de validade do garrafão é de três anos e têm muitos garrafões circulando no mercado com prazo de validade vencido, algumas (60%) distribuidoras de água e até mesmo supermercados estão literalmente empurrando para o consumidor aqueles cuja validade já venceu e segurando com eles os garrafões novos. Ao fazer um novo pedido, o consumidor é avisado que aquele galão está vencido e que, portanto, não poderá ser utilizado na troca por outro, momento em que é obrigado a pagar em média R$ 5,00 (de plástico) e R$ 10,00 (pet e acrílico) para ter um novo garrafão. Como o consumidor não sabe desses detalhes, acaba trocando um garrafão seu que estava dentro da validade e somente na hora da troca percebe que foi enganado. Concordo plenamente que o valor é pequeno, porém imagine quantos pequenos valores são roubados diariamente. Mais uma vez, é repassada ao consumidor - de forma abusiva e enganosa - a responsabilidade que deveria ser da empresa que faz o envasamento da água, e as distribuidoras por pura ganância acabam sendo coniventes, pois caberia a elas recusar que o fornecedor entregasse garrafão com validade vencida. Seus direitos: a) Só aceite garrafões com tampa fechada, lacrada, sem vazamentos, com lacre plástico e rótulo intactos (ele não pode descolar); b) Só aceite galão limpo, sem manchas, sem odor ou amassado, sem microfuros, sem evidências de violações e elementos estranhos; c) Não aceite galões de água fora do prazo de validade. O prazo é de dois meses a partir da data do envase. Leia o rótulo e a tampa; d) Se desconfiar de alguma irregularidade, peça laudo de análise da água. As fontes são obrigadas a apresentá-lo; e) Desconfie de marcas de água com preço abaixo da média do mercado. O descaso com esses cuidados pode trazer riscos à saúde do consumidor, além de provocar quadros de diarréia e vômitos. O consumidor então deve fazer sua lição de casa e estar atento às irregularidades nos locais por onde passa. Denúncias podem ser feitas pelo número 156, que acionará a COVISA para fazer fiscalização. O Código de Defesa do Consumidor também oferece respaldo ao consumidor nesses casos por tratar-se de relação de consumo. Fontes de Pesquisas utilizadas pela ABC: Ministério da Saúde, Covisa, ABNT e ABINAM Autor: Marcelo Fernando Segredo Diretor Presidente | ||||
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Acidente com quadricíclo em Maraú Bahia.
Fotos enviadas por moradores
domingo, 10 de julho de 2011
Inimigos da Península de Maraú
quinta-feira, 16 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Abrat e Embratur farão acordo para promover o turismo GLS do Brasil no exterior
“A parceria com a Embratur consiste em divulgar o nosso Turismo GLS lá fora. Vamos mapear todos os destinos brasileiros e preparar material para levarmos as informações para as feiras do exterior”, explica Almir Nascimento em entrevista ao site Mercado & Eventos, que conta, ainda, que o Turismo GLS, embora seja de grande importância para o Brasil, devido à grande circulação de capital, é pouco divulgado. De acordo com pesquisas da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersex (Ilga), o Turismo GLS movimentou cerca de US$ 4 bilhões só no mercado americano.
“A Embratur vem segmentando as promoções fora do país, mas esta é a primeira vez que acontece com o Turismo GLS. Além da divulgação, faremos um perfil desse visitante para obtermos dados concretos a respeito desse setor, que agora terá mais investimentos. No Brasil o que temos é muito pouco, porque este é um mercado recente por aqui. Os únicos indicativos que temos são durante a Parada Gay de São Paulo, onde a SPTuris e o SPCVB fazem um balanço do evento com público e receita. Mas agora teremos dados muito mais complexos”, finaliza Almir Nascimento.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Há 15 dias que a prefeitura de Maraú não está recolhendo o lixo !
Já faz mais de 15 dias que a prefeitura de Maraú não está recolhendo o lixo em Taipus de Fora. Em uma forma de protesto, os moradores pedem que publicamos este artigo contra a prefeitura de Maraú.
Que nesta gestão está simplesmente ignorando uma das áreas mais belas da Península de Maraú, a praia de Taipus de Fora. Não recolhe o lixo, não limpa as ruas, não lmpa a praia e não cuida da iluminação pública...
Que nesta gestão está simplesmente ignorando uma das áreas mais belas da Península de Maraú, a praia de Taipus de Fora. Não recolhe o lixo, não limpa as ruas, não lmpa a praia e não cuida da iluminação pública...
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Substituição das sacolinhas de plástico - como fazer sacolinha simples de jornal
Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado. Para ver melhor os detalhes, clique na foto para aumentar.
Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.
Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.
Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:
Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!
Que tal?
Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Uma pena o que estão fazendo com Maraú!
Lixo do Hotel Aytyaram
Como lembraçinha de Maraú, os turistas estão levando também fotos dos nossos lixos... e agora o que fazer???
Pois já faz mais de 11 dias que o caminhão do lixo não passa, e agora o que fazer???
domingo, 13 de março de 2011
IMPORTANTE- Abaixo assinado contra o lixão em Maraú - PARTICIPE
Abaixo-assinado contra o lixão em Maraú Para:prefeitura
ABAIXO-ASSINADO O LIXÃO
Ao Excelentíssimo Senhor Antonio Silva Santos, Prefeito do Município de Maraú do Estado da Bahia.
Os cidadãos abaixo-assinados, brasileiros, residentes e domiciliados nas cidades do Município de Maraú no Estado da Bahia, solicitam de Vossa Excelência, a resolução do problema de saúde pública mais agravante da Península de Maraú: o lixão, que já está invadindo a rodovia BR-030 por onde trafega todos os turístas e moradores da região, pois isso está causando uma devastaçao ambiental no local, incluindo problemas de saude e denegrindo a nossa região turisticamente.
Na certeza de termos nosso pleito atendido, encaminhamos este documento em folhas numeradas e assinadas por todos os cidadãos, em duas vias a serem protocoladas em seu Gabinete.
Nomeamos o Jornal online o Voluntário - http://maraudenuncia.blogspot.com/ como nosso representante, caso sejam necessárias maiores informações.
Barra Grande, 13 de Março de 2011.
ASSINAR AGORA
Recomendar o abaixo-assinado a meus amigos
domingo, 6 de março de 2011
Você lembra, quem são eles?
REFLEXÕES
Temos o que merecemos! Mas não merecemos mais e melhor do que temos?
Temos o País que queremos, os governantes que queremos, a saúde, a justiça, a educação e outras coisas mais que merecemos. Lamentamo-nos muito, mas conformamo-nos logo de seguida, até a memória nos atraiçoar!.. Andamos, assim, assim, num meio termo, numa certa e cómoda indiferença que não nos comprometa. É manifesta a atitude de passividade que assumimos sempre que se exige e é mais necessário agir, lutar, manifestar outras ideias e opiniões, e mostrar o desconforto.
Durante as últimas décadas habituaram-nos a um certo estatuto de que o Estado nos dará tudo; Que o Estado tomará conta de nós; Que não precisamos de trabalhar e de fazer sacrifícios. A ideia do conforto com chave na mão não existe, não é viável, não é possível no Brasil.
O País só pode esperar do trabalho e da produtividade de todos os brasileiros, os meios de vida e os recursos. Se não quisermos trabalhar ou não formos capazes de produzir ao nível e com a qualidade e preço dos outros países não temos futuro. A Sociedade brasileira vive um momento de grande ansiedade e de incerteza. Mas vive porque está a consumir os recursos que vão recair no futuro.
As próximas gerações terão de pagar o que estamos a gastar no presente. Pensemos, apenas, nos múltiplos empréstimos a quinze e vinte e mais anos. Esta realidade continua por enfrentar. Os responsáveis continuam a delapidar meios financeiros com grande despreocupação. Ninguém os faz pensar ou entender que devem mudar. Temos as decisões que merecemos. Há escolhas políticas que num País em crise não podem ser tomadas. Continuamos por exemplo a gastar recursos em viaturas, seja nas Juntas de Freguesia, seja noutras instituições que não são prioritárias, nem socialmente justificáveis e que têm muito de exibicionismo e com fins político partidários. Pagam-se deslocações, passeios e festas a muitas pessoas que vivem melhor do que quem paga tudo isso, que é o cidadão que trabalha, que paga os impostos e que são cada vez mais elevados. Paga, inclusive, para quem não quer trabalhar e o pode e deve fazer;
Paga por quem gere mal os meios que lhe são entregues para o bem comum.
Paga no fundo para sustentar um País onde há injustiças e privilégios para alguns e preguiça de muitos outros. Só que este estado de coisas é insustentável. E não queremos que assim continue.
Quem o não quiser ver ou entender que não lhe chame, porém, pessimismo!...
Parte de um texto de: Alcides Henriques
modificado por: O Voluntário.
E-mail denunciemarau@gmail.com para contato com a redação.
Assinar:
Postagens (Atom)
















